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Por quê você deve implementar a impermeabilização na sua construção e quais as melhores opções


Os maiores problemas do pós-obra estão relacionados à infiltrações, vazamentos e umidades. E sabendo o quanto esse período é importante para fidelizar o cliente e garantir a sua credibilidade, é indispensável solucionar falhas no sistema de impermeabilização.


Além de gerar economia com manutenções, a impermeabilização proporciona um melhor desempenho da edificação. Por isso, vou te explicar abaixo sobre os benefícios desse sistema e como implementá-lo nos seus projetos.


Por quê você não deve dispensar a impermeabilização?


Uma boa construção é aquela bem pensada desde o planejamento até depois da entrega do projeto. É por isso que a impermeabilização é uma etapa fundamental para prolongar a vida útil da edificação, mas que comumente é deixada de lado em virtude de corte de gastos ou falta de informação, o que pode acarretar problemas para ambas as partes. Alguns deles são: ambientes insalubres, aspecto desagradável, manchas, mofo, bolores, oxidação de armaduras, dentre outros.


Além de prejudicar o resultado final, essas defasagens demandam custos altos e desnecessários, já que os reparos dos danos provocados pela falta de impermeabilização chegam a 20% do custo total da construção. Em contrapartida, a implementação desse sistema demanda muito menos investimento. Assim, a impermeabilização protege os materiais, o resultado final da obra e o investimento financeiro da empresa que atua no projeto.


Prazo de garantia e vida útil


O prazo de garantia é o tempo disponível para o cliente acionar o fabricante ou a empresa responsável em decorrência de algum problema que afetou o serviço. Nesse caso, o cliente tem direito ao reparo ou substituição sem custo adicional.



No cenário em questão, a garantia para estanqueidade da impermeabilização é de 5 anos, então, se houver algum problemas antes de 5 anos a partir da entrega da obra, a construtora precisa refazer o trabalho.


Pensando no Prazo de Vida Útil de Projeto (VUP) de uma vedação vertical externa, ele deve ser igual ou superior a 40 anos. Isso quer dizer que, se o proprietário ou responsável pela manutenção do prédio cuidar das devidas manutenções periódicas, a vedação deverá durar esse prazo.


Apesar de existirem fatores que variam esse tempo, qualquer patologia que reduza esse prazo sem um bom motivo fica a cargo da empresa responsável, por isso é crucial investir em recursos que garantam a durabilidade do seu projeto.


O custo desse investimento


Como citado anteriormente, o custo do sistema de impermeabilização é muito inferior ao de reparos de problemas decorrentes da falta dele: de acordo com o Instituto Brasileiro de Impermeabilização, um plano bem definido e executado representa 3% do investimento de uma obra.


Apesar dos dados que demonstram que a impermeabilização é um investimento necessário, não é difícil encontrar casos em que esse procedimento não é planejado com a devida importância por parte dos profissionais do ramo da construção civil, o que pode trazer como consequência altos custos desnecessários de manutenção e recuperação.



Tipos de impermeabilização


Existem dois tipos de classificação para a impermeabilização na construção civil. Esses tipos levam em conta a possibilidade da construção sofrer algum dano. São eles:


Impermeabilização rígida: deve ser utilizada em superfícies não afetadas pela variação da temperatura, movimento do solo ou protegidas a fissuras. Consiste na aplicação de aditivos químicos e agregados que a torna impermeável. As estruturas mais recomendadas para este tipo de impermeabilização são piscinas enterradas, subsolos e galerias, poço de elevador, entre outros.



Impermeabilização flexível: neste caso, é correto que a impermeabilização consiga absorver fissuras, e por isso, é indicada para superfícies em varandas, coberturas, terraços, piscinas suspensas, lajes, reservatórios de água superior, coberturas, etc. Normalmente, ela é feita de materiais elastômeros e polímeros, que podem ser moldados (feitos no local) em membranas ou em mantas (pré-fabricados).



Conheça os melhores sistemas

São usados materiais hidrofóbicos, impedindo a penetração da água e que a área fique molhada. É indicado para materiais que apresentem minerais em sua composição, como cerâmica e fachadas de pedra.


Utiliza o mesmo princípio dos hidrofugantes, porém permite que a área fique molhada.


Para esse sistema, usa-se massa acrílica, que permite a movimentação da estrutura. É ideal para o revestimento de juntas, internas ou externas, horizontais ou verticais.


É usada uma membrana líquida, com base acrílica. Ideal para locais sujeitos a tempestades, como lajes e paredes externas.


É um composto de asfalto, aplicado a frio, geralmente utilizado em fundações e estruturas que entram em contato com o solo.


É um tipo de argamassa industrializada, já com adição de produtos impermeabilizantes e já pronta para o uso. É aplicada em áreas frias e molhadas, como piscinas e reservatórios de água, além de rodapés e subsolos.


Já pré-fabricada, a manta asfáltica pode ser feita de diversos materiais, como PVC ou vidro, contendo asfalto modificado. Por ser bem resistente, é indicada para grandes áreas que são sujeitas a fissuração, como lajes.


Existem também outros sistemas de impermeabilização, por isso você deve avaliar bem o seu contexto e suas necessidades para escolher o tipo mais adequado para o seu projeto.


Pronto! Agora você sabe muito sobre impermeabilização na construção civil e já pode começar a aplicar em suas edificações. E nós podemos te ajudar com isso! Nossas soluções conectam seu escritório ao canteiro de obras e facilitam a gestão de cada etapa, mantendo os prazos em dia e garantindo o sucesso do projeto. Além disso, possuímos um módulo de geração de cotações automáticas que simplifica a relação com fornecedores. Caso queira entender melhor como podemos te ajudar, clique aqui e fale conosco!


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